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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Semana Pedagógica: reunião na escola



No dia 18 de fevereiro retomaremos nossas atividades pedagógicas. É mais um ano letivo que se inicia e que traz consigo novos anseios, esperanças, expectativas e desejos de mudanças reais. Nos últimos anos, temos enfrentado vários problemas, que prejudicam todo e qualquer planejamento realizado - a começar pela falta de professores de determinadas disciplinas, materiais de apoio [como os livros didáticos], merenda, transporte escolar e até água. Então, o que fazemos é tentar “apagar incêndios”, correr atrás de prejuízos provocados por situações variadas do cotidiano, pelas demandas inesperadas, tendo que respondermos rapidamente a elas de tal forma que não temos tempo de pensar, de planejar. Todas as faltas citadas levam, desde o início, à falta de credibilidade na escola - tanto por parte dos alunos, quanto dos pais e profissionais que dela fazem parte. Por isso, o ideal é iniciarmos o ano letivo com toda essa estrutura básica preparada para recebermos nossos alunos.

Na nossa primeira reunião anual (2013) no Centro de Educação Rural Alfredo Mesquita Filho, fomos orientados a repensar alguns pontos importantes do nosso Projeto Político Pedagógico, que devem ser analisados, discutidos e reavaliados pelo grupo: Qual a missão da escola? Qual a sua visão de futuro? Ora, compreender a missão da escola diante da complexidade social vivenciada atualmente torna-se essencial para avaliar sua tarefa diante de tantas transformações [sociais e culturais] e de suas implicações no processo educativo. Penso que a nossa missão como escola é proporcionar um ensino de qualidade, que garanta inclusão, acesso e permanência, promovendo uma aprendizagem significativa para a vida. Queremos proporcionar a formação de sujeitos participativos, criativos, responsáveis, capazes de interagir socialmente com responsabilidade ética e ambiental na construção de nossa história. Seguindo essa linha de pensamento, a escola tem o compromisso de respeitar os saberes dos alunos aproveitando suas experiências, discutindo suas realidades, associando seus saberes com os saberes curriculares, resgatando e valorizando suas diversidades culturais como forma de enriquecer conhecimentos na eterna e constante dialética do ensinar e aprender. Frente a essa missão nossa visão de futuro é sermos reconhecidos como referência em educação de qualidade, comprometidos com a formação de cidadãos críticos, éticos, responsáveis, conscientes e capazes de cumprir com responsabilidades sociais, respeitando a diversidade, as diferenças e o meio ambiente.

Por fim, temos de organizar também um cronograma de leitura e aperfeiçoamento do nosso Projeto Político Pedagógico, do Regimento Interno Escolar, do Conselho Escolar e do Caixa Escolar. São ações relevantes pois o bom funcionamento da unidade escolar depende de toda essa estrutura interna, o que resultará certamente em melhor rendimento e  aprendizagem de nossos alunos. Que tenhamos dias melhores na educação macaibense.



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Curso de Prevenção ao Uso de Drogas para Educadores das Escolas Públicas



O Módulo 2 do Curso  de Prevenção ao Uso de Drogas para Educadores das Escolas Públicas, traz importantes conceitos e abordagens, através de textos informativos,  sobre o uso das drogas e sua prevenção. O módulo é composto por quatro unidades assim organizadas: unidade 5, que explica o que são drogas; unidade 6, que fala da relação com as drogas e as diferentes abordagens; unidade  7, que trata do uso de drogas no Brasil; e a unidade 8, que fala das redes sociais e prevenção do uso de drogas no contexto escolar. Cada unidade, além dos textos de apoio, traz um vídeo que ilustra situações do cotidiano. Vale a pena conferir.

Vídeo 5 - Quem diria.mp4

Vídeo 6 - Fogo na escola.mp4

Vídeo 7 - Quando falta calor.mp4

Vídeo 8 - Qual é a boa?.mp4

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Independência do Brasil e Meio Ambiente



No Município de Macaíba, tradicionalmente, o dia da Independência do Brasil, 7 de setembro, é lembrado com um desfile cívico das escolas públicas e particulares. Há exatamente 190 anos, somos oficialmente uma nação livre, mas nosso país continua sendo construído a partir do esforço, luta e dedicação de alguns brasileiros, que trabalham no sentido de garantir uma boa qualidade de vida. Mas os problemas são muitos e de todas as ordens: desrespeito aos direitos dos cidadãos, violência, corrupção política, miséria e também destruição crescente de nossos recursos naturais, provocadas por desastrosas ações humanas.
Aproveitando a discussão aberta a partir da Conferência Rio +20, em junho desse ano [2012], a Secretaria Municipal de Educação propôs um desfile temático sobre “Meio Ambiente, respeito e qualidade de vida”, onde as escolas levariam à população suas reflexões sobre essas questões tão importantes. O evento aconteceu no último domingo, dia 2 de setembro.
O Centro de Educação Rural Alfredo Mesquita Filho, que já vem há mais de um ano trabalhando o projeto “Devastação Ambiental: uma abordagem cinematográfica em sala de aula”, aproveitou a oportunidade para mostrar a importância do desenvolvimento sustentável, trazendo uma mensagem sobre a importância da preservação dos recursos naturais e dos ecossistemas, pois tal equilíbrio ambiental repercute na melhoria da qualidade de vida  da população em geral. Claro que isso não acontecerá de uma hora para outra, mas é importante que continuemos essas reflexões e, que cada um faça sua parte. 








Mãe Terra: o que deixaremos para seus filhos?



DIÁLOGO COM A TERRA
ENCENAÇÃO TEATRAL
(apresentada em dezembro de 2011)
 
Mãe Terra (de cabeça baixa, triste). Chega um jovem e a interroga:
Jovem : Desculpe incomodá-la Mãe Terra, mas eu gostaria de saber o que está acontecendo com você, por que anda tão triste, desolada?
Terra: Pois é, você me chama de Mãe, e com carinho, mas nem todos os seres humanos me tratam assim. Estou muito doente, e a culpa é de alguns de meus filhos.
Jovem: mas o que você está sentindo?
Terra: estou com muita febre e um grande desequilíbrio em todos os meus sistemas.
Jovem: mas desde quando você está assim?
Terra: A situação começou a piorar de uns 260 anos para cá, quando o  homem começou a criar máquinas que começaram a poluir tudo: solo, água, ár. Não é um tempo tão longo assim, já que tenho bilhões de anos... mas... tudo está acabando rapidamente...
Jovem: como era antes?
Terra: Sempre trabalhei movida pelas energias de minhas entranhas para criar uma atmosfera e um clima favorável à vida. Criei o que vocês chamam de meio ambiente, que na verdade é o bom ambiente para a vida: nem quente, nem frio demais.
Jovem: E como está agora?
Terra: os ursos polares estão ficando sem casa devido ao derretimento das geleiras; pessoas cortam árvores na Amazônia ou em qualquer outro bioma sem nenhum controle; há lixo espalhado por toda a parte, poluindo o solo, as águas e o ar. As grandes indústrias, na ganância de lucros cada vez maiores, produzem produtos que lançam uma enorme quantidade de gases venenosos na atmosfera. O problema é que quanto mais esses gases se concentram no ar, mas provocam efeito estufa.
Jovem: Efeito estufa? O que é isso?
Terra: É quando o calor dos raios solares que aquecem a Terra tem dificuldade em se espalhar no espaço e fica preso abaixo dessa camada de gases. Como a humanidade vem acumulando uma grande quantidade de carbono desde a  Revolução Industrial, a temperatura aumentou e vem causando o que chamamos de Aquecimento Global.
Jovem: É verdade, ando sentindo mesmo muito calor nos últimos tempos! Mas ninguém se importa com essa situação? Podemos ser exterminados e ninguém está ligando??? É muito triste!
Terra: Nem todos. Muitas pessoas até percebem os problemas  ambientais, se preocupam com eles, mas é preciso que mais pessoas tenham consciência da gravidade da situação e procurem fazer mais... a vida pede socorro, a criação geme, precisamos ser rápidos e agirmos enquanto ainda há tempo.